Participação da conselheira federal Ariana Garcia destaca atuação da OAB-GO na COP30

04/12/2025 Notícias

A conselheira federal por Goiás e presidente da Comissão Especial de Saneamento do Conselho Federal da OAB (CFOAB), Ariana Garcia, participou da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em novembro, em Belém (PA). Credenciada oficialmente junto ao Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), ela integrou atividades técnicas e institucionais do evento, representando o Conselho Federal da OAB e levando a perspectiva da advocacia goiana para o debate climático internacional.

Durante a programação, Ariana ressaltou que a pauta ambiental dialoga diretamente com a missão constitucional da advocacia, ao envolver a proteção da dignidade humana e dos direitos fundamentais.

“A ética global pela preservação do planeta garante o direito de existência hoje e para as próximas gerações”, afirmou. Para ela, essa dimensão reforça o papel da OAB no debate climático, já que “cada aspecto da justiça climática evidencia a responsabilidade da entidade com a cidadania”.

Construção coletiva da Carta das Mulheres para a COP30

A participação da conselheira também incluiu a subscrição da Carta das Mulheres para a COP30, documento de incidência política elaborado de forma colaborativa por instituições e grupos da sociedade civil. A assinatura foi realizada pela Comissão Especial de Saneamento do CFOAB, além da Comissão Nacional da Mulher Advogada, representada por sua presidente, Dione Almeida.

O documento reúne contribuições de comissões da Mulher Advogada e de Desenvolvimento Sustentável de diversas seccionais, bem como de organizações como Grupo Mulheres do Brasil, Quero Você Eleita, Instituto AzMina, Elas no Poder, Elas Pedem Vista, Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público, Instituto Global ESG, Rede Governança Brasil e Grupo Ser Educacional.

As diretrizes da Carta estão organizadas em sete eixos estratégicos, que abordam biomas e territórios, economia verde e inovação, financiamento climático com perspectiva de gênero, redes femininas e participação plena, educação para resiliência climática e comunicação, justiça climática e direitos humanos, com foco especial em mulheres, paz e segurança, além de monitoramento, dados e transparência.

Acesse a Carta na íntegra (clique aqui)

*Com informações do CFOAB