Mês da Advocacia: conheça o conselheiro Marlos Chizoti

No Mês da Advocacia, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) apresenta uma série especial de entrevistas com os conselheiros seccionais que atuam diretamente na defesa e no impulsionamento da categoria em todo o Estado. Hoje, conheça a trajetória e as ações de Marlos Chizoti.

Confira a entrevista completa:

OAB-GO: Para você, o que representa ocupar uma cadeira no Conselho Seccional?

Marlos Chizoti: “Para mim, estar no Conselho Seccional é assumir uma responsabilidade direta com a nossa classe, especialmente atuando como uma ponte sólida entre o interior e a Seccional. Não vejo a cadeira como uma posição de status, mas como um compromisso de escuta e ação. É a oportunidade de garantir que a realidade, as dores e os desafios do advogado que está lá na ponta, no dia a dia dos fóruns, das audiências e da gestão do seu próprio escritório, sejam ouvidos, respeitados e transformados em decisões institucionais concretas.”

OAB-GO: Como você tem contribuído, no Conselho, para o fortalecimento da advocacia goiana?

Marlos Chizoti: “Minha contribuição tem sido focada na prática e no fortalecimento técnico e de gestão do advogado. Tenho trabalhado de forma muito próxima na formação, mentoria e orientação dos jovens advogados, buscando prepará-los não apenas para o direito processual, mas para o mercado, para a ética e para o posicionamento estratégico. Além disso, busco ser uma voz ativa na defesa intransigente das nossas prerrogativas e na busca por soluções regionais que garantam dignidade e eficiência para a advocacia em todas as comarcas do estado.”

OAB-GO: Que mensagem você gostaria de deixar para os advogados e advogadas de Goiás?

Marlos Chizoti: “A advocacia vive uma era de transformações profundas e rápidas. O meu recado é: invistam constantemente em conhecimento, em gestão e na excelência do serviço, mas nunca percam de vista o valor da nossa união institucional. A OAB-GO é forte quando o advogado se sente respaldado e pertencente. Mantenham a coragem diante dos desafios diários, porque uma advocacia respeitada e valorizada é a maior garantia de uma sociedade justa e do Estado Democrático de Direito.”