No Mês da Advocacia, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) apresenta uma série especial de entrevistas com os conselheiros seccionais que atuam diretamente na defesa e no impulsionamento da categoria em todo o Estado. Hoje, conheça a trajetória e as ações de Mônica Araújo de Moura Jordão.
Confira a entrevista completa:
OAB-GO: Para você, o que representa ocupar uma cadeira no Conselho Seccional?
Mônica Araújo de Moura Jordão: “Ocupar uma cadeira no Conselho Seccional da OAB-GO é, acima de tudo, uma grande honra, mas também uma enorme responsabilidade. Significa representar os advogados e advogadas de todo o Estado, defender as nossas prerrogativas e contribuir para o fortalecimento da instituição. Entendo que cada decisão tomada no Conselho deve refletir compromisso, ética, independência e respeito à classe. É um espaço de construção coletiva, onde temos a oportunidade de influenciar positivamente os rumos da advocacia e da própria sociedade.”
OAB-GO: Como você tem contribuído, no Conselho, para o fortalecimento da advocacia goiana?
Mônica Araújo de Moura Jordão: “Estou no segundo mandato como conselheira e atuo como vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos. Procuro unir um pouco da experiência institucional com a experiência de mais de 19 anos de advocacia ativa, com muito diálogo, presença e trabalho. Uma vivência que me permite propor pautas concretas, fiscalizar com atenção e defender que a advocacia goiana seja cada vez mais valorizada, segura e respeitada no exercício de sua função essencial à Justiça. Também busco contribuir para que a OAB esteja cada vez mais próxima da advocacia, ouvindo suas demandas e participando ativamente dos debates que impactam nossa profissão.”
OAB-GO: Que mensagem você gostaria de deixar para os advogados e advogadas de Goiás?
Mônica Araújo de Moura Jordão: “Gostaria de dizer a cada advogada e advogado que nunca percam o orgulho de exercer a nossa profissão. A advocacia exige coragem, preparo e, acima de tudo, compromisso com a Justiça. É o advogado que se traduz na voz daqueles que não têm voz. A OAB é a casa da advocacia, e ela se fortalece quando cada profissional participa, contribui e acredita na força da nossa classe. Continuemos unidos, respeitando nossas diferenças, mas sempre defendendo aquilo que nos une: as prerrogativas da advocacia, a Constituição e a democracia.”
