Sete representantes da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) integram o Observatório Nacional das Eleições Gerais de 2026 (ONEG-2026), instância criada pelo Conselho Federal da OAB para o acompanhamento do pleito.
Os nomes, indicados pela Seccional, foram designados pela Portaria nº 707/2026, assinada pelo presidente nacional da Ordem, Beto Simonetti, e atuarão em seis municípios-polo do Estado.
A coordenação regional está a cargo da secretária-geral da OAB-GO, Talita Silvério Hayasaki. Os demais integrantes e os respectivos municípios-polo são:
Cleone José Meirelles Júnior – Goiânia;
Rodrigo Alves da Silva Barbosa – Itumbiara;
Thaís de Araujo Paiva Lima – Luziânia-Águas Lindas de Goiás;
Paulo Gonçalves de Paiva – Porangatu-Uruaçu;
Alessandro Gil Moraes Ribeiro – Rio Verde;
Vanessa Cândido da Costa – Iporá.
“A advocacia tem compromisso histórico com a democracia e com a lisura do processo eleitoral. O Observatório leva esse compromisso a todas as regiões de Goiás, com colegas preparados para acompanhar o pleito e dar resposta rápida a qualquer intercorrência”, afirma a coordenadora regional, Talita Silvério Hayasaki.
Representação nacional
O conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil por Goiás, Wandir Allan de Oliveira, foi nomeado membro consultor do Observatório Nacional das Eleições Gerais de 2026 (ONEG-2026). (clique aqui e veja a matéria completa)
Decisão do TSE
Na última sexta-feira (02/10), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, deferiu parcialmente pedido do Conselho Federal da OAB e determinou a expedição de ofício, em caráter de urgência, a todos os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) para que assegurem o pleno acompanhamento da votação e da apuração, em cada Mesa Receptora, pelos advogados nomeados pelas seccionais, nos termos do artigo 175, § 7º, da Resolução TSE nº 23.751/2026.
O pedido da Ordem, protocolado em 29 de setembro, buscava também orientação nacional que garantisse o ingresso dos membros do ONEG-2026 nas seções eleitorais. Nesse ponto, o ministro entendeu que não cabe à Presidência do TSE ampliar, por decisão monocrática, as regras já fixadas pelo Plenário para as Eleições 2026.
Registrou, contudo, que o detalhamento do cumprimento da norma compete aos Tribunais Regionais e que a Corte poderá ser provocada caso haja obstáculo indevido à atuação da advocacia.
O primeiro turno será realizado neste domingo (04/10). O segundo, onde houver, está marcado para 25 de outubro.
