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11/01/2021 11:00

“Com participação paritária, OAB ganhará mais legitimidade nos debates nacionais”, afirma Valentina Jungmann em entrevista à ConJur

“Com a participação paritária, de equidade, dos negros, das advogadas negras, a forma da discussão será diferente, a OAB ganhará ainda mais legitimidade para participar do debate nacional”, analisou a conselheira federal, Valentina Jungmann, em entrevista à ConJur.  

Ela falou sobre a decisão do Conselho Federal em implementar a paridade de gênero, em que metade das chapas que disputam as eleições de todo o sistema da OAB, já a partir de 21 de novembro, deverão ser compostos por 50% de mulheres. 

"Sem dúvida, a representação numérica igualitária e paritária torna os espaços políticos mais democráticos, harmonizando as diferenças". "Mesmo representando quase metade dos inscritos na OAB, não ocupamos sequer 30% dos cargos de direção e de decisão do Sistema OAB", continua.

Na entrevista, ela destaca também o caráter coletivo da construção da proposta, que teve a participação de integrantes da comissão nacional da Mulher Advogada, de outras conselheiras federais e de mulheres advogadas de outras entidades.

Além da paridade de gênero, os conselheiros também aprovaram a aplicação imediata de cota racial de 30% nas eleições. O percentual definido valerá pelo período de dez eleições e já passa a contemplar também as subseções da entidade. Caso a subseção não consiga cumprir o determinado, deverá informar a Comissão Eleitoral.

Clique aqui e confira a entrevista na íntegra.


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